Um vison numa exploração de peles vive a vida inteira numa gaiola de arame com o tamanho aproximado de uma gaveta de arquivo.
As peles comerciais vêm de animais criados em sistemas de gaiolas ou de animais apanhados na natureza. Um dos caminhos retira tudo lentamente dentro de um recinto que nunca muda; o outro fá-lo num único período imprevisível preso a um cabo. O laço apanha também animais que ninguém se propôs capturar.
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1 A gaiola de arame
Gaiola de exploração de peles
Uma pequena gaiola de rede de arame aloja um vison ou uma raposa sozinhos ou aos pares, sobre um piso de rede nua, com pouco ou nada lá dentro para usar.
O que é isto
Uma pequena gaiola de rede de arame aloja um animal, ou um par, sobre um piso de rede nua. O animal vive ali enquanto se reproduz e enquanto cria a pele.
Porque é que o sistema o usa
Filas de gaiolas idênticas tornam rápidas a alimentação, a recolha de dejetos, a reprodução e o maneio. A gaiola existe para tornar barato manter grandes números de animais, não para os alojar bem.
O que custa ao animal
A gaiola restringe o movimento e nega aos animais quase tudo o que a sua espécie faz. Daí vêm o medo, o andar estereotipado e a automutilação.
Convém ser preciso
As normas de alojamento e o estatuto legal da criação para peles variam entre países. O enriquecimento melhora uma gaiola, mas não devolve o espaço nem o comportamento de um habitat natural.
As gaiolas são dispostas em filas longas para que a alimentação, a recolha de dejetos, a reprodução e o maneio corram depressa ao longo de uma linha.
O que é isto
Uma pequena gaiola de rede de arame aloja um animal, ou um par, sobre um piso de rede nua. O animal vive ali enquanto se reproduz e enquanto cria a pele.
Porque é que o sistema o usa
Filas de gaiolas idênticas tornam rápidas a alimentação, a recolha de dejetos, a reprodução e o maneio. A gaiola existe para tornar barato manter grandes números de animais, não para os alojar bem.
O que custa ao animal
A gaiola restringe o movimento e nega aos animais quase tudo o que a sua espécie faz. Daí vêm o medo, o andar estereotipado e a automutilação.
Convém ser preciso
As normas de alojamento e o estatuto legal da criação para peles variam entre países. O enriquecimento melhora uma gaiola, mas não devolve o espaço nem o comportamento de um habitat natural.
Um laço de cabo disparado aperta-se sobre uma pata ou uma perna e prende o animal, a debater-se e exposto, até um armadilheiro vir verificar a linha.
O que é isto
Um laço de cabo dispara quando o animal pisa dentro dele e aperta-se à volta da pata ou da perna. O animal fica ali preso até o armadilheiro chegar.
Porque é que o sistema o usa
Os laços de pata e os dispositivos de prender a pata são usados no controlo de fauna, na captura em vivo, na investigação e na armadilhagem comercial. A armadilha trabalha sem vigilância, por isso quem espera é o animal.
O que custa ao animal
Os animais presos debatem-se contra o cabo, muitas vezes durante horas, e a luta traz inchaço e escoriações e, nos piores casos, fraturas e luxações. Ficam expostos ao tempo e a predadores, e alguns magoam-se a tentar libertar-se.
Convém ser preciso
Os resultados variam com o desenho do cabo, a fixação, a colocação, as normas legais, a finalidade e a frequência com que a armadilha é verificada. O laço não distingue espécies, por isso também apanha animais que ninguém procurava.
Acabou de percorrer 3 fases por trás de uma guarnição.
Os animais de pele engaiolados apresentam andar estereotipado e automutilação — marcadores reconhecidos de colapso psicológico. Na via da captura selvagem, um laço de cabo prende um membro até alguém vir verificar a linha.
As espécies, o estatuto legal, as normas de gaiola, os intervalos de verificação, o desenho dos recintos e os métodos de morte variam consideravelmente. O enriquecimento melhora as condições da gaiola sem reproduzir o espaço nem o leque de comportamentos que um animal selvagem teria.